Aprender a acolher as mudanças. Esse ímpeto de ir à frente e ver no que dá. Enfrentar a teimosia de nosso modo de pensar,  fazê-la menos forte do que a gente. Deixar ir perdendo os hábitos adquiridos que não fazem mais sentido, que só estão ali porque a posição é confortável. É aí mesmo nesse ponto que chegou a hora de buscar o novo. Até para não enganar a vista e ofender a realidade. 

Ainda que isso signifique colidir com as paredes, é preciso seguir em frente. Como o passarinho que agora voou de encontro a minha janela: mesmo sem compreender a imagem distorcida do vidro e o que representa, mostra-se interessado no que ainda não está a ver, e canta para depois seguir o seu rumo. 

Deveria ser assim com a gente. Seguir em frente, sem hard feelings e…fui, voei! 

E de resto, aquiete-se! Tem o amanhã, mais ainda é hoje. Apenas hoje. 

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