Filme: Refém da paixão

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Imagine a seguinte situação: um estranho, foragido da prisão, a aborda em um supermercado, a “convence” de dar a ele uma carona e do carro só sai para morar na sua casa! Chegando lá, assa uma deliciosa torta de pêssegos para a família, dá uma ajeitada na casa e, de quebra, entrega promessas de uma feliz vida a dois para todo o sempre.

Parece loucura, mas é um filme baseado no livro Fim de verão de Joyce Maynard. É o típico drama romântico mesclado ao absurdo.

Olha, eu acredito no improvável. A história humana é repleta de acontecimentos forjados no improvável. Depois de virar texto, o fato assume o status de ficção e a gente pensa: impossível de acontecer na vida real!

Sim, a história é plausível e a síndrome de Estocolmo existe, minha gente. Superada a problemática, você verá uma história bonita de esperança e redenção, por mais surreal que ela soe; com Kate Wislet no elenco, fazendo o papel de Adele, a refém, a mãe, a carente, a depressiva e Josh Brolin no papel de Frank, o fugitivo, o príncipe, o sangue bom, o cozinheiro, o faz-tudo.

No mais, é um romance à moda antiga. Parece uma adaptação de um livro de Nicholas Sparks, só que não. Definitivamente, não é para os céticos. E passa no Netflix.

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1. Veja bem: Gatlin Griffin faz o papel do filho de Kate Wislet. O seu olhar conta a história toda e revela os meandros da complexidade de seus pensamentos e sonhos. Um ótimo ator.

2. À flor da pele: Para quem duvida que um grande amor pode realizar-se no curto prazo de uma semana, preste atenção ao testemunho de Kate Wislet: “Algumas pessoas disseram que era um pouco forçada  a relação entre Adele e Frank acontecer em um período muito curto de tempo. Mas eu sou a prova viva aqui, com uma barriga de grávida, de que você pode conhecer alguém, e todo o seu mundo mudar em uma semana. Isso tinha acontecido comigo. Então, eu nunca tive  problema com esse lado do filme…“. (Fonte: deadline.com)

3. Mete o nariz: prefere ler o livro antes de ver o filme? Vai nessa! Fim de verão, Joyce Maynard

4. É de dar gosto: Olha só a sacada da Tastemade Brasil  de fazer a torta de Pêssego do Frank! Quem a fizer, me convide para o lanche, combinado?

5. Toda ouvidos: Para acompanhar, aproveite tocar “Eating Pie“, de Rolfe Kent, que faz parte da trilha sonora do filme. Curtinha, mas perfeita para uma tarde introspectiva.

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3 Comments

  • Reply
    Leninha
    18 de outubro de 2016 at 14:25

    Já tenho filme pra ver hoje a tarde. Obrigada pela dica meninas. Bjs

  • Reply
    Leninha Sempre Romantica
    19 de outubro de 2016 at 08:48

    Como eu havia dito. fui assistir o filme, e claro, amei. Parece uma coisa improvável de se acontecer, se apaixonar por um foragido, e num prazo tão curto de tempo, mas eu acredito na carência, na falta de amor e imagino que essa foi a mola que impulsionou todo o mecanismo. Adorei a atuação da Kate, ela tem uma carência incrível no olhar. O pequeno Gatlin passa em seus olhares tantos sentimentos que se lê com detalhes. E a expressão dura de Frank tem horas que dá até medo, mas ao mesmo tempo ele passa uma confiança que fica difícil resistir.
    Enfim, amei e recomendo, assim como as meninas!

  • Vivi
    Reply
    Vivi
    19 de outubro de 2016 at 17:10

    Muito obrigada, Leninha, pela gentileza em dividir conosco a sua opinião sobre o filme. Bom saber que acertamos a dica. Beijocas!

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