Guardar nos olhos as coisas bonitas. Pois é daqui pra ali o correr suicida em direção  à perda. Perda de si e dos outros. Perda do sol a lhe trazer o pão e o café fresquinho. E da lua a trazer a varanda. Banhe a espera no mel, pois a fronteira entre a insônia e o bater das asas em direção as nuvens é porta estreita. Respeite os cúmulos-nimbos a antecipar grandes chuvas. A nos colocar no lugar da impotência de nunca saber o que virá. E traga o sorriso na cara, pois mais bela lição de humildade não há.

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