Agora, é respirar fundo e seguir em frente…controlar o teatro da minha mente para não deixar-me levar por extremismos emocionais. Saber lidar com os pensamentos conflitantes e manifestar somente aquilo que edifica. Mover meus braços e minhas pernas em prol de estar em paz comigo mesma e, em consequência, com os outros. Fazer do meu olhar uma experiência de vida ao invés de mecânica. Pois acredito que ver é um ato de escolha.  É escolher entre a luz e a escuridão.

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